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SP Volume de vendas no comércio reduz 62,8 porcento em abril, diz associação

Na avaliação do economista da ACSP Marcel Solimeo, as pequenas empresas são as que têm tido mais dificuldades para resistir à adversidade

06/05/2020 17h26 Atualizada há 10 meses
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Por: alessandro dias Fonte: FEQCECNEWS
O comércio paulistano encerrou o mês de abril com queda.
O comércio paulistano encerrou o mês de abril com queda.

O comércio paulistano encerrou o mês de abril com queda de 62,8% no volume de vendas, em relação a abril de 2019, número explicado pela pandemia do coronavírus e pelo fechamento dos estabelecimentos.

Segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), as vendas a prazo caíram 56,5% e as pagas à vista, 69%. Na comparação com abril de 2019, os recuos foram, respectivamente, de 51,8%, 39,9% e 63,7%.

Na avaliação do economista da ACSP Marcel Solimeo, as pequenas empresas são as que têm tido mais dificuldades para resistir à adversidade, já que não muitas não possuem plataformas de vendas online.

Em nota, a organização destaca que recorreu, em articulação com a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), ao governador de São Paulo, João Doria, e ao prefeito da capital, Bruno Covas, pedindo a reabertura parcial do comércio a partir de 1º de maio. O plano era aproveitar o Dia das Mães para fechar vendas.

Entretanto, com o avanço do coronavírus em São Paulo e no Brasil, é possível que as atividades não essenciais, como as lojas, demorem para retomar suas rotinas na capital paulista. Nos últimos dias, Bruno Covas tem reiterado enfaticamente que o relaxamento do isolamento e a retomada das atividades econômicas deverão ocorrer somente se houver a certeza de segurança para a saúde da população.

Prejuízos

Análise elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indica que, no estado de São Paulo, o prejuízo do setor varejista foi de R$ 26,58 bilhões, entre 15 de março e 18 de abril. A unidade federativa foi a que mais perdeu ao longo das cinco semanas, seguida de Minas Gerais (R$ 6,90 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 6,63 bi). Em termos relativos, Piauí (-49,6%), Ceará (-49,3%) e Santa Catarina (-46,8%) lideram a lista.

Em âmbito nacional, o setor deixou de faturar R$ 86,4 bilhões. A CNC acrescenta que cerca de 80% dos estabelecimentos comerciais foram fechados a partir da segunda quinzena de março, em cumprimento a decretos estaduais e municipais.

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