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Polícia PF

PF apura participação de policiais na morte de adolescente de 14 anos.

A casa onde João Pedro estava quando foi baleado tem 72 marcas de tiros, de acordo com a organização não governamental Rio de Paz.

21/05/2020 16h54
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Por: alessandro dias Fonte: FEQCECNEWS
A casa onde João Pedro estava quando foi baleado tem 72 marcas de tiros
A casa onde João Pedro estava quando foi baleado tem 72 marcas de tiros

A Polícia Federal no Rio de Janeiro anunciou nesta quinta-feira (21) que instaurou sindicância para apurar a participação de policiais federais na operação que resultou na morte do adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, na última segunda-feira (18).

A ação foi realizada pela Polícia Federal com apoio das polícias Civil e Militar. O objetivo era cumprir dois mandados de busca e apreensão numa investigação contra o suposto líder do tráfico na região. Os alvos não foram localizados e ninguém foi preso.

Segundo a família e testemunhas, no momento da operação, estavam reunidas seis crianças e adolescentes, que jogavam sinuca no quintal quando ouviram a aproximação de um helicóptero e disparos de armas de fogo, indo se refugiar dentro de casa.

Quando os policiais entraram disparando, os jovens começaram a pedir ajuda pelo WhatsApp. João foi atingido na barriga e levado para um helicóptero da polícia, de onde partiu inicialmente para o heliponto da Lagoa, na zona sul do Rio.

Ao chegar, os policiais constataram que o adolescente estava morto, e levaram o corpo para o Instituto Médico-Legal (IML) de São Gonçalo. Parentes passaram a noite procurando o adolescente em hospitais e só acharam o corpo 17 horas depois, no IML.

A morte é investigada pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo. Segundo informações preliminares, foram agentes da Polícia Civil que entraram na casa onde a vítima estava.

72 tiros

A casa onde João Pedro estava quando foi baleado tem 72 marcas de tiros, de acordo com a organização não governamental Rio de Paz. O articulador social da entidade, João Luis Silva, acompanhou o sepultamento. Depois, ele foi até a casa da família do adolescente, onde filmou e contou as marcas nas paredes internas. De acordo com ele, os parentes do menino relataram diversas irregularidades na ação policial.

* Com informações do Estadão Conteúdo

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